Você já imaginou passear em cenários sem fim com imagem infinitas? Essa é a proposta do Adobe Infinite Images, que lembra um pouco o Microsoft Photosynth.
O Infinite Images permite que as imagens fiquem literalmente infinitas, com uma combinação única entre imagens – não necessariamente do mesmo lugar – que dão impressão de pertencerem ao lugar.
Diferentemente da Microsoft, as montagens são realizadas com imagens comuns, e muitas vezes são capturadas de redes sociais especializadas como o Flickr, por exemplo. Mal consigo esperar para usar.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
(MHI): Aplicativos fechados, linguagens de programação e ferramentas de autoria são ferramentas para desenvolvimento de multimídia. Faça uma pesquisa
Aplicativos fechados
Para os profissionais das áreas de aplicação de tecnologia multimídia, as ferramentas que requerem menor curva de aprendizado (isto é, são de aprendizado mais fácil) são os aplicativos fechados. Tipicamente, são usados para a criação de material, como os editores de som, de música, de imagens e de animações.Esses programas normalmente apresentam interfaces gráficas fáceis de usar, através das quais o usuário trabalha por meio de manipulação direta de representações gráficas dos elementos da aplicação, auxiliado por recursos como caixas de diálogo e mensagens de ajuda. Embora algumas ferramentas sejam operáveis exclusivamente através de interfaces gráficas, a tendência das ferramentas profissionais é dispor de algum tipo de linguagem de programação.
Linguagens de programação
O máximo de flexibilidade na criação de aplicações é conseguido através de programas escritos em linguagens de programação, em que os elementos da aplicação são construídos e modificados através de programas especialmente escritos para cada produto.Mas para que isto se realize é exigido do profissional uma formação aprofundada emprogramação.
Entre as linguagens de programação mais usadas estão:
Linguagens simplificadas como Pascal e Basic.- A linguagem C, que permite usar um estilo estruturado de programação, tal como Pascal, ao mesmo tempo que facilita o uso de recursos de hardware, para aumentar o desempenho dos programas.- A linguagem C++, que é basicamente um superconjunto de C, acrescentando recursos apropriados para a programação orientada para objetos.- A linguagem Java, que é baseada em elementos da linguagem C++ e orientada para permitir a construção de aplicativos portáveis, que possam ser usados em ambientes distribuídos heterogêneos com plataformas de múltiplos tipos.
Ferramentas de autoria
O aprendizado de ambientes baseados em linguagens algorítmicas é longo e difícil, só sendo justificável no caso de desenvolvimento de aplicativos complexos, com requisitos pesados de desempenho.Uma solução intermediária é fornecida pelas ferramentas de autoria, nas quais parte da interface de usuário pode ser gerada por manipulação direta. Uma linguagem de programação pode ser usada para programar as ações correspondentes às solicitações do usuário.Ferramentas de autoria geralmente partem de uma metáfora básica: o título de produção é encarado como um conjunto de slides, um documento, um livro, ou algum outro modelo conceitual familiar para a maioria das pessoas.A distinção entre ferramentas de autoria e ambientes de programação não é absoluta.Para cada faixa de produtos existe uma gama de ferramentas mais adequadas. A escolha correta da ferramenta de autoria é um fator fundamental para o sucesso de um projeto de multimídia.
Autoria de títulos /Autoria de títulos lineares
Ferramentas para a autoria de títulos lineares permitem, geralmente, apresentações com avanços manuais, como as usadas em palestras, ou avanços automáticos, como nas demonstrações em feiras.As ferramentas mais recentes suportam a tecnologia OLE, que permite a inclusão nas apresentações de objetos criados por grande número de aplicativos. Isso inclui não só objetos de imagem, som e animação, como objetos de estrutura complexa, tais como texto com formato, planilhas ou diagramas de controle de projetos.
Autoria de títulos hipermídia
As ferramentas para a autoria de títulos hipermídia adicionam aos recursos da integração de material em multimídia os recursos de navegação não- linear característicos do hipertexto.Recursos de hipertexto incluem a capacidade de especificar controles de navegação, através dos quais os usuários podem percorrer o título de forma não-seqüencial. Os controles de navegação podem tomar a forma de botões, palavras sensíveis (hot words) ou pontos sensíveis (hot spots) em imagens. O resultado de um controle de navegação pode ser um salto para outro página, usado quando se quer percorrer o título seguindo determinados assuntos, e não a ordem das páginas; ou pode ser o surgimento de uma janela temporário (pop-up Window), recurso muito usado para definições de termos.
Em uma ferramenta de autoria para hipermídia, devem ser considerados os seguintes aspectos:
- Estilo de autoria: a linguagem de autoria pode ser visual, quando o programador cria o título através do desenho de telas, e textual, quando o programador escreve comandos textuais para definir controles de formatação e navegação.- Modos de operação: as ferramentas de autoria normalmente dispõem de um modo de autoria, usado pelos autores, que dá acesso a todos os recursos de edição, e um modo de consulta, usado pelos usuários finais, que permite apenas a leitura do material. É desejável que o modo de consulta possa ser suportado por uma versão reduzida da ferramenta, que possa ser legalmente distribuída aos usuários junto com o título.- Capacidades de intercâmbio de dados: é desejável que a ferramenta disponha de capacidade de importação de todos os padrões mais comuns de texto, hipertexto, imagens, desenhos, som e animação. Com isso, é possível utilizar, no título, material produzido por ferramentas especializadas de criação.
Um formato muito difundido de hipermídia é o formato HLP, utilizado no material de ajuda on-line do Windows. A autoria nesse formato é geralmente baseada na importação de texto rico em formato RTF (rich text format), exportado por diversas ferramentas de processamento de texto do Windows.Entretanto, o sucesso da WWW como rede mundial de hipermídia transformou a linguagem HTML em linguagem padrão de hipertexto.
Padrões para hipermídia
Assim como o formato HTML permite que os autores escolham entre grande variedade de ferramentas, seria desejável que existissem formatos padronizados para hipermídia genérica. Ainda não existe um formato padronizado de grande difusão, mas várias tentativas de padronização estão em curso:- o formato MHEG, padrão desenvolvido pela ISO (International Standards Organization),para intercâmbio de informação em formato de hipermídia, em redes e sistemas distribuídos de arquitetura heterogênea;- o formato AAF, que está sendo desenvolvido pela Microsoft como formato comum para autoria de multimídia;- o formato SMIL, definido pelo W3C, consórcio padronizador da Internet, linguagem de marcação apropriada para transmissão de conteúdo multimídia em fluxo contínuo, suportada pelo Real Player.
Autoria de aplicativos
Autoria de aplicativos com interface multimídia.As ferramentas para autoria de aplicativos com interface multimídia se distinguem pelas seguintes características:
- construção visual da interface de usuário, criando-se os controles de usuário através de ferramentas de desenho e formulários;- mecanismos para inclusão de material multimídia na interface;- possibilidade de programação textual em uma linguagem de programação simples, que permita a criação de procedimentos de resposta às ações do usuário sobre a interface;- mecanismo de tempo de execução distribuído com o aplicativo.
Para os profissionais das áreas de aplicação de tecnologia multimídia, as ferramentas que requerem menor curva de aprendizado (isto é, são de aprendizado mais fácil) são os aplicativos fechados. Tipicamente, são usados para a criação de material, como os editores de som, de música, de imagens e de animações.Esses programas normalmente apresentam interfaces gráficas fáceis de usar, através das quais o usuário trabalha por meio de manipulação direta de representações gráficas dos elementos da aplicação, auxiliado por recursos como caixas de diálogo e mensagens de ajuda. Embora algumas ferramentas sejam operáveis exclusivamente através de interfaces gráficas, a tendência das ferramentas profissionais é dispor de algum tipo de linguagem de programação.
Linguagens de programação
O máximo de flexibilidade na criação de aplicações é conseguido através de programas escritos em linguagens de programação, em que os elementos da aplicação são construídos e modificados através de programas especialmente escritos para cada produto.Mas para que isto se realize é exigido do profissional uma formação aprofundada emprogramação.
Entre as linguagens de programação mais usadas estão:
Linguagens simplificadas como Pascal e Basic.- A linguagem C, que permite usar um estilo estruturado de programação, tal como Pascal, ao mesmo tempo que facilita o uso de recursos de hardware, para aumentar o desempenho dos programas.- A linguagem C++, que é basicamente um superconjunto de C, acrescentando recursos apropriados para a programação orientada para objetos.- A linguagem Java, que é baseada em elementos da linguagem C++ e orientada para permitir a construção de aplicativos portáveis, que possam ser usados em ambientes distribuídos heterogêneos com plataformas de múltiplos tipos.
Ferramentas de autoria
O aprendizado de ambientes baseados em linguagens algorítmicas é longo e difícil, só sendo justificável no caso de desenvolvimento de aplicativos complexos, com requisitos pesados de desempenho.Uma solução intermediária é fornecida pelas ferramentas de autoria, nas quais parte da interface de usuário pode ser gerada por manipulação direta. Uma linguagem de programação pode ser usada para programar as ações correspondentes às solicitações do usuário.Ferramentas de autoria geralmente partem de uma metáfora básica: o título de produção é encarado como um conjunto de slides, um documento, um livro, ou algum outro modelo conceitual familiar para a maioria das pessoas.A distinção entre ferramentas de autoria e ambientes de programação não é absoluta.Para cada faixa de produtos existe uma gama de ferramentas mais adequadas. A escolha correta da ferramenta de autoria é um fator fundamental para o sucesso de um projeto de multimídia.
Autoria de títulos /Autoria de títulos lineares
Ferramentas para a autoria de títulos lineares permitem, geralmente, apresentações com avanços manuais, como as usadas em palestras, ou avanços automáticos, como nas demonstrações em feiras.As ferramentas mais recentes suportam a tecnologia OLE, que permite a inclusão nas apresentações de objetos criados por grande número de aplicativos. Isso inclui não só objetos de imagem, som e animação, como objetos de estrutura complexa, tais como texto com formato, planilhas ou diagramas de controle de projetos.
Autoria de títulos hipermídia
As ferramentas para a autoria de títulos hipermídia adicionam aos recursos da integração de material em multimídia os recursos de navegação não- linear característicos do hipertexto.Recursos de hipertexto incluem a capacidade de especificar controles de navegação, através dos quais os usuários podem percorrer o título de forma não-seqüencial. Os controles de navegação podem tomar a forma de botões, palavras sensíveis (hot words) ou pontos sensíveis (hot spots) em imagens. O resultado de um controle de navegação pode ser um salto para outro página, usado quando se quer percorrer o título seguindo determinados assuntos, e não a ordem das páginas; ou pode ser o surgimento de uma janela temporário (pop-up Window), recurso muito usado para definições de termos.
Em uma ferramenta de autoria para hipermídia, devem ser considerados os seguintes aspectos:
- Estilo de autoria: a linguagem de autoria pode ser visual, quando o programador cria o título através do desenho de telas, e textual, quando o programador escreve comandos textuais para definir controles de formatação e navegação.- Modos de operação: as ferramentas de autoria normalmente dispõem de um modo de autoria, usado pelos autores, que dá acesso a todos os recursos de edição, e um modo de consulta, usado pelos usuários finais, que permite apenas a leitura do material. É desejável que o modo de consulta possa ser suportado por uma versão reduzida da ferramenta, que possa ser legalmente distribuída aos usuários junto com o título.- Capacidades de intercâmbio de dados: é desejável que a ferramenta disponha de capacidade de importação de todos os padrões mais comuns de texto, hipertexto, imagens, desenhos, som e animação. Com isso, é possível utilizar, no título, material produzido por ferramentas especializadas de criação.
Um formato muito difundido de hipermídia é o formato HLP, utilizado no material de ajuda on-line do Windows. A autoria nesse formato é geralmente baseada na importação de texto rico em formato RTF (rich text format), exportado por diversas ferramentas de processamento de texto do Windows.Entretanto, o sucesso da WWW como rede mundial de hipermídia transformou a linguagem HTML em linguagem padrão de hipertexto.
Padrões para hipermídia
Assim como o formato HTML permite que os autores escolham entre grande variedade de ferramentas, seria desejável que existissem formatos padronizados para hipermídia genérica. Ainda não existe um formato padronizado de grande difusão, mas várias tentativas de padronização estão em curso:- o formato MHEG, padrão desenvolvido pela ISO (International Standards Organization),para intercâmbio de informação em formato de hipermídia, em redes e sistemas distribuídos de arquitetura heterogênea;- o formato AAF, que está sendo desenvolvido pela Microsoft como formato comum para autoria de multimídia;- o formato SMIL, definido pelo W3C, consórcio padronizador da Internet, linguagem de marcação apropriada para transmissão de conteúdo multimídia em fluxo contínuo, suportada pelo Real Player.
Autoria de aplicativos
Autoria de aplicativos com interface multimídia.As ferramentas para autoria de aplicativos com interface multimídia se distinguem pelas seguintes características:
- construção visual da interface de usuário, criando-se os controles de usuário através de ferramentas de desenho e formulários;- mecanismos para inclusão de material multimídia na interface;- possibilidade de programação textual em uma linguagem de programação simples, que permita a criação de procedimentos de resposta às ações do usuário sobre a interface;- mecanismo de tempo de execução distribuído com o aplicativo.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
DVD
Disco óptico
Uso em
Armazenamento de dados, áudio, vídeo e jogos
Capacidade
4.7 GB (single-layer)8.54 GB (dual-layer)
Mecanismo de leitura
Laser 650 nm, 1350 KB/s (1x)
Mecanismo de escrita
1350 kB/s (1×)
Desenvolvido por
Toshiba, Philips, Sony
Dimensões
12 cm de diâmetro
Sucedido por
HD-DVD, Disco Blu-ray
DVD (abreviação de Digital Video Disc ou Digital Versatile Disc, em português, Disco Digital de Vídeo ou Disco Digital Versátil). Contém informações digitais, tendo uma maior capacidade de armazenamento que o CD, devido a uma tecnologia óptica superior, além de padrões melhorados de compressão de dados. O DVD foi criado no ano de 1995.
Índice[esconder]
1 História
2 Informações técnicas
2.1 Estrutura dos arquivos
3 Capacidade do DVD
4 Códigos das regiões
5 Tipos de DVD
5.1 DVDs Graváveis
5.1.1 Diferença entre DVD+R e DVD-R
5.2 DVDs Regraváveis
5.2.1 Diferença entre DVD+RW e DVD-RW
6 Sucessores
6.1 Blu-ray e HD DVD
6.2 EVD e VMD
7 Leitor de DVD
8 Referências
9 Ver também
//
[editar] História
Modo como o Linux apresenta a estrutura de arquivos de um DVD-Vídeo.
No início de 1990 dois tipos de discos-ópticos de alta capacidade estavam em desenvolvimento: um era o MultiMedia Compact Disc (MMCD), liderado pela Philips e Sony, e o outro era o Super Density Disc (SD), patrocinado pela Toshiba, Time-Warner, Matsushita Electric (Panasonic), Hitachi, Mitsubishi, Pioneer, Thomson e JVC. O presidente da IBM , Lou Gerstner, tinha a proposta de unir os dois sistemas, evitando a repetição dos problemas da década de 1980, com os videocassetes dos formatos VHS e Betamax.
Philips e Sony abandonaram o formato MMCD e concordaram o formato da Toshiba com duas modificações referentes a tecnologia implicada. A primeira foi a geometria que permitisse o "push-pull" (pular) das faixas (assim como no CD, você pula de uma música para outra, já no videocassete você não tem como fazer isso rapidamente), que era uma tecnologia conjunta da Philips-Sony. A segunda era adoção do sistema Philips EFMPlus. O EFMPlus, foi criado por Kees A. Schouhamer Immink, que também criou o EFM: é 6% menos eficiente que o sistema SD da Toshiba, o que resultou numa capacidade de 4,7GB ao invés dos originais 5GB do SD. A grande vantagem do EFMPlus é sua grande resiliência e resistência a intempéries tais como arranhões e impressões digitais. O resultado foi o DVD 1.5, anunciado ao público em 1995 e terminado em setembro de 1996. Em maio de 1997, o Consórcio DVD mudou para Fórum DVD, que é aberto a todas as companhias (não somente a Philips, Sony e Toshiba).
Os primeiros DVD Players (leitores de DVD) e discos estavam disponíveis em Novembro de 1996 no Japão, Março de 1997 nos Estados Unidos, 1998 na Europa e 1999 na Austrália. No Brasil a tecnologia começou a ganhar força em 2002 e 2003. O primeiro filme em DVD lançado nos Estados Unidos foi o Twister em 1996. O filme foi um teste para o Surround Sound 2.1. No Brasil, o primeiro DVD de filme foi Era uma vez na América, da FlashStar lançado em 1998. Em 1999 o preço dos DVD Players baixou para US$300 (dólares). A rede de supermercados Wal-Mart começou a vender DVD Players mesmo tendo pouca procura em comparação com os vídeos VHS, mas logo outras lojas seguiram o Wal-Mart e o DVD rapidamente se tornou popular nos Estados Unidos. Devido à desvalorização da moeda brasileira em relação aos dólares e à demora na decisão sobre a região a ser adotada no Brasil, bem como outros fatores, o DVD só se popularizou no Brasil em 2003, tomando quase 80% do mercado de vídeos. Um atraso de quase um ano, segundo fabricantes do setor.
[editar] Informações técnicas
Os DVDs possuem por padrão a capacidade de armazenar 4,7 GB de dados, enquanto que um CD armazena em média de 700 MB. Os chamados DVDs de dual-layer (dupla camada) podem armazenar até 8,5 GB. Apesar da capacidade nominal do DVD comum gravável, é possível apenas gravar 4.484 MB de informações, e com o tamanho máximo de cada arquivo de 1 GB numa gravação normal. O tamanho máximo de arquivo varia conforme o tipo de gravação: UDF, ISO normal, DVD-video etc. Por exemplo, para gravar um arquivo com cerca de 2 GB, é necessário escolher a opção UDF mode. Apresenta resolução de 500 linhas (horizontais). A qualidade de imagem e som do DVD são bem superiores as das fitas de video VHS.[1].
[editar] Estrutura dos arquivos
Observando as extensões dos arquivos num sistema operacional podemos observar:
Arquivos *.IFO (de informação) são scripts sobre "como" rodar o DVD;
Arquivos *.BUP são backups dos *.IFO;
Arquivos *.PUO são de operações proibidas ao utilizador e geralmente são removidos quando ripamos (nomenclatura usada quando convertemos um DVD para arquivo de computador);
Arquivos *.VOB (de objeto visual) contém todo o filme, menu, extras, idiomas, e legendas, através de uma multiplexação.
[editar] Capacidade do DVD
Uma camada (Single Layer)
Duas camadas (Dual/Double Layer)
Tamanho físico
GB
GiB
GB
GiB
12 cm, um lado
4,7
4,38
8,5
7,92
12 cm, dois lados
9,4
8,75
17
15,8
8 cm, um lado
1,4
1,3
2,6
2,42
8 cm, dois lados
2,8
2,61
5,2
4,84
Nota: GB aqui significa gigabyte e é igual a 109 (ou 1.000.000.000 bytes). Muitos computadores irão mostrar gibibyte (GiB) igual a 230 (ou 1.073.741.824 bytes). Exemplo: um disco com capacidade de 8,5 GB irá fornecer (8.5 x 1.000.000.000) / 1.073.741.824 ≈ 7,92 GiB.
[editar] Códigos das regiões
Dado a data de lançamento de um filme variar de país para país, para evitar que o público compre um filme antes que ele seja exibido no cinema do seu país e como medida de proteção desse mercado, os editores de DVDs dividiram o mundo em seis zonas. Deste modo, por exemplo, um DVD editado na zona 1 não pode ser lido por um leitor de DVDs da zona 2. Existe, no entanto, uma grande variedade de leitores multi-zona que permitem ler o DVD, independentemente da região a que pertencer.
Número: Região
0/All: Sem codificação, lido em todas as regiões.
1: EUA, Canadá e territórios norte-americanos
2: Europa Ocidental, Groenlândia, África do Sul, Lesoto, Suazilândia, Japão, Egipto e Médio Oriente
3: Sudeste Asiático, Coréia do Sul, Macau e Hong Kong, Indonésia, Filipinas, Taiwan
4: Brasil, Austrália, Nova Zelândia, México, América Central, América do Sul
5: Rússia, países da ex-União Soviética, Europa de Leste, subcontinente indiano, Mongólia, a maior parte dos países africanos
6: República Popular da China
7: Reservado para uso futuro
8: Utlização internacional, como em aviões, cruzeiros, etc.
[editar] Tipos de DVD
DVDs graváveis permitem somente uma gravação, não sendo possível excluir nada depois, acrescentar dados é possível se o disco não for finalizado (Disk At Once), enquanto que os DVDs regraváveis permitem apagar e regravar dados.
[editar] DVDs Graváveis
DVD-R: somente permite uma gravação e pode ser lido pela maioria de leitores de DVDs;
DVD+R: somente permite uma gravação, pode ser lido pela maioria de leitores de DVDs e é lido mais rapidamente para backup;
DVD+R DL (dual-layer): semelhante ao DVD+R, mas que permite a gravação em dupla camada, aumentando a sua capacidade de armazenamento.
[editar] Diferença entre DVD+R e DVD-R
DVD+R e DVD-R possuem a mesma função e a mesma capacidade. Na prática, a diferença da mídia DVD-R para a DVD+R é o desempenho: discos DVD+R são lidos mais rapidamente do que discos DVD-R. Esta diferença só é sentida se você usar o disco DVD para gravar arquivos de dados, isto é, usar como uma mídia de backup. Já que para assistir filmes, o desempenho é o mesmo[2]. DVD+R só pode ser lido e gravado em gravadores DVD+R, e DVD-R só em gravadores DVD-R. Existem no mercado gravadores que conseguem gravar os dois tipos de mídia, chamados gravadores DVD±R ou dvd multi-recorder.
[editar] DVDs Regraváveis
DVD-RW: permite gravar e apagar cerca de mil vezes;
DVD+RW: é uma evolução do DVD-RW. Também permite gravar e apagar cerca de mil vezes, mas possui importantes aperfeiçoamentos, em especial uma compatibilidade muito maior com os DVD Players, a possibilidade de editar o conteúdo do DVD sem ter de apagar todo o conteúdo que já estava gravado e um sistema de controle de erros de gravação. Todos os formatos de DVD com o símbolo + (mais) são apoiados pela Dell, Hewlett-Packard, Mitsubishi/Verbatim, Philips, Ricoh, Sony, Thomson e Yamaha, através da DVD+RW Alliance[3].
DVD+RW DL: possui duas camadas de gravação, o que dobra a sua capacidade de armazenamento.
DVD-RAM: permite gravar e apagar mais de cem mil vezes. A gravação e a leitura são feitos em uma série de círculos concêntricos, um formato que se aproxima mais do que ocorre nos discos rígidos (em todos os demais tipos de DVD, e também de CD, a gravação é feita em uma única linha contínua, uma espiral que parte do centro e termina na borda externa). Daí decorre o nome "gravação aleatória" (nos demais DVDs, ela seria contínua). Permite editar o conteúdo do DVD sem ter de apagar todo o conteúdo que já estava gravado. Oferece a possibilidade de gravação e leitura simultâneas (time shift) sem o risco de apagar a gravação. Compatível com poucos leitores de DVD. Possui uma única camada de gravação. Capacidade: versão 1.0 - de 2,58 GB (um lado) a 5,16 GB (dois lados), e versão 2.0 - de 4,7 GB (um lado) e 9,4 GB (dois lados). Formato apoiado pela Hitachi, LG, Maxell, Matsushita (Panasonic), Samsung, Toshiba e JVC, através do RAM Promotion Group (RAMPRG)[4]. Em 2007, o custo do DVD-RAM é de aproximadamente quatro vezes o preço do DVD+RW, seu concorrente.
[editar] Diferença entre DVD+RW e DVD-RW
A diferença, além do que já foi dito, é que o DVD+RW suporta gravação aleatória (o que significa que é possível adicionar e remover arquivos sem a necessidade de apagar todo o disco para recomeçar), sendo mais parecido com um disco rígido removível, enquanto que o DVD-RW não (se for necessário mudar alguma coisa, será preciso limpar todo o disco e recomeçar). A desvantagem do DVD+RW é o seu custo maior.
[editar] Sucessores
[editar] Blu-ray e HD DVD
Foram lançados no mercado duas novas tecnologias para substituir o DVD, com maior capacidade de armazenamento. São os formatos Blu-ray e HD DVD. Estes formatos utilizam um disco diferente, que é gravado e reproduzido com um laser azul-violeta ao invés do tradicional vermelho. O laser azul possui um comprimento de onda menor, o que permite o traçado de uma espiral maior no disco, podendo render até 50 GB e 30 GB de capacidade no caso do Blu-ray e HD DVD, respectivamente. Os dois formatos têm suas vantagens e desvantagens: o Blu-ray tem maior capacidade de armazenamento, chegando a 25 GB com camada única ou 50 GB com dupla camada, mas seus discos, assim como os aparelhos para leitura, são mais caros para serem produzidos. O HD DVD por sua vez, é capaz de armazenar apenas 15 GB com camada única ou 30 GB com dupla camada, mas teria um custo menor de produção.
Apoiando o formato HD-DVD estavam Microsoft, Intel e Toshiba, entre outros. Do lado do Blu-ray estão Philips, Apple e Sony, entre outros. O espaço extra dessas novas tecnologias de DVD será utilizado para comportar filmes e jogos em alta definição, de acordo com esta geração de aparelhos televisores e videogames. Em 19 de Fevereiro de 2008, a Toshiba comunicou a decisão de não continuar com o desenvolvimento, fabricação e comercialização do HD DVD[5]. Sendo assim, o Blu-ray é o sucessor do DVD.
[editar] EVD e VMD
A República Popular da China lançará um padrão próprio de discos de alta resolução chamado EVD (Enhanced Versatile Disc ou Disco Versátil Reforçado, em português). Já o VMD foi criado por uma empresa inglesa, que criou um novo padrão apenas realizando otimizações no DVD onde se pode atingir 100 GB e utilizar o mesmo laser vermelho e que em custo sairia pelo mesmo preço dos DVDs convencionais.
[editar] Leitor de DVD
O leitor de DVD é um acessório doméstico capaz de reproduzir mídias no formato DVD. Alguns mais modernos reproduzem também outros formatos como CD (de música mp3 e fotos), VCD, SVCD, mini-CD, DVD-RAM e discos de dados, com por exemplo, filmes no formato *.avi (que foram compactados em DivX ou XviD). Existem ainda os "DVD-KARAOKÊ" (mesmas funções que o DVD Player normal), porém estes possuem entradas para microfones. Existem DVD Players com entradas USB para assim poder inserir algum MP3 ou MP4.
Um exemplo de leitor de DVD.
Unidade de leitura de CD (cima) e de DVD (baixo).
Também é possível visualizar DVD em computadores pessoais, usando uma unidade de leitura de DVD, e um software ou programa tocador de DVD, como por exemplo o Windows Media Player , WinDVD ou PowerDVD, para o sistema operacional Windows, e mplayer, vlc, xine ou totem para os sistemas GNU/Linux e derivados do BSD.
Referências
↑ DVD Clube do Hardware. Visitado em 27 de Fevereiro de 2008.
↑ Mídias DVD Clube do Hardware. Visitado em 29 de Fevereiro de 2008.
↑ DVD+RW Alliance DVD-RW. Visitado em 29 de Fevereiro de 2008.
↑ RAM Promotion Group RAMPRG. Visitado em 29 de Fevereiro de 2008.
↑ Sony vence Toshiba na "guerra dos formatos" de DVD G1. Visitado em 19 de Fevereiro de 2008.
Uso em
Armazenamento de dados, áudio, vídeo e jogos
Capacidade
4.7 GB (single-layer)8.54 GB (dual-layer)
Mecanismo de leitura
Laser 650 nm, 1350 KB/s (1x)
Mecanismo de escrita
1350 kB/s (1×)
Desenvolvido por
Toshiba, Philips, Sony
Dimensões
12 cm de diâmetro
Sucedido por
HD-DVD, Disco Blu-ray
DVD (abreviação de Digital Video Disc ou Digital Versatile Disc, em português, Disco Digital de Vídeo ou Disco Digital Versátil). Contém informações digitais, tendo uma maior capacidade de armazenamento que o CD, devido a uma tecnologia óptica superior, além de padrões melhorados de compressão de dados. O DVD foi criado no ano de 1995.
Índice[esconder]
1 História
2 Informações técnicas
2.1 Estrutura dos arquivos
3 Capacidade do DVD
4 Códigos das regiões
5 Tipos de DVD
5.1 DVDs Graváveis
5.1.1 Diferença entre DVD+R e DVD-R
5.2 DVDs Regraváveis
5.2.1 Diferença entre DVD+RW e DVD-RW
6 Sucessores
6.1 Blu-ray e HD DVD
6.2 EVD e VMD
7 Leitor de DVD
8 Referências
9 Ver também
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[editar] História
Modo como o Linux apresenta a estrutura de arquivos de um DVD-Vídeo.
No início de 1990 dois tipos de discos-ópticos de alta capacidade estavam em desenvolvimento: um era o MultiMedia Compact Disc (MMCD), liderado pela Philips e Sony, e o outro era o Super Density Disc (SD), patrocinado pela Toshiba, Time-Warner, Matsushita Electric (Panasonic), Hitachi, Mitsubishi, Pioneer, Thomson e JVC. O presidente da IBM , Lou Gerstner, tinha a proposta de unir os dois sistemas, evitando a repetição dos problemas da década de 1980, com os videocassetes dos formatos VHS e Betamax.
Philips e Sony abandonaram o formato MMCD e concordaram o formato da Toshiba com duas modificações referentes a tecnologia implicada. A primeira foi a geometria que permitisse o "push-pull" (pular) das faixas (assim como no CD, você pula de uma música para outra, já no videocassete você não tem como fazer isso rapidamente), que era uma tecnologia conjunta da Philips-Sony. A segunda era adoção do sistema Philips EFMPlus. O EFMPlus, foi criado por Kees A. Schouhamer Immink, que também criou o EFM: é 6% menos eficiente que o sistema SD da Toshiba, o que resultou numa capacidade de 4,7GB ao invés dos originais 5GB do SD. A grande vantagem do EFMPlus é sua grande resiliência e resistência a intempéries tais como arranhões e impressões digitais. O resultado foi o DVD 1.5, anunciado ao público em 1995 e terminado em setembro de 1996. Em maio de 1997, o Consórcio DVD mudou para Fórum DVD, que é aberto a todas as companhias (não somente a Philips, Sony e Toshiba).
Os primeiros DVD Players (leitores de DVD) e discos estavam disponíveis em Novembro de 1996 no Japão, Março de 1997 nos Estados Unidos, 1998 na Europa e 1999 na Austrália. No Brasil a tecnologia começou a ganhar força em 2002 e 2003. O primeiro filme em DVD lançado nos Estados Unidos foi o Twister em 1996. O filme foi um teste para o Surround Sound 2.1. No Brasil, o primeiro DVD de filme foi Era uma vez na América, da FlashStar lançado em 1998. Em 1999 o preço dos DVD Players baixou para US$300 (dólares). A rede de supermercados Wal-Mart começou a vender DVD Players mesmo tendo pouca procura em comparação com os vídeos VHS, mas logo outras lojas seguiram o Wal-Mart e o DVD rapidamente se tornou popular nos Estados Unidos. Devido à desvalorização da moeda brasileira em relação aos dólares e à demora na decisão sobre a região a ser adotada no Brasil, bem como outros fatores, o DVD só se popularizou no Brasil em 2003, tomando quase 80% do mercado de vídeos. Um atraso de quase um ano, segundo fabricantes do setor.
[editar] Informações técnicas
Os DVDs possuem por padrão a capacidade de armazenar 4,7 GB de dados, enquanto que um CD armazena em média de 700 MB. Os chamados DVDs de dual-layer (dupla camada) podem armazenar até 8,5 GB. Apesar da capacidade nominal do DVD comum gravável, é possível apenas gravar 4.484 MB de informações, e com o tamanho máximo de cada arquivo de 1 GB numa gravação normal. O tamanho máximo de arquivo varia conforme o tipo de gravação: UDF, ISO normal, DVD-video etc. Por exemplo, para gravar um arquivo com cerca de 2 GB, é necessário escolher a opção UDF mode. Apresenta resolução de 500 linhas (horizontais). A qualidade de imagem e som do DVD são bem superiores as das fitas de video VHS.[1].
[editar] Estrutura dos arquivos
Observando as extensões dos arquivos num sistema operacional podemos observar:
Arquivos *.IFO (de informação) são scripts sobre "como" rodar o DVD;
Arquivos *.BUP são backups dos *.IFO;
Arquivos *.PUO são de operações proibidas ao utilizador e geralmente são removidos quando ripamos (nomenclatura usada quando convertemos um DVD para arquivo de computador);
Arquivos *.VOB (de objeto visual) contém todo o filme, menu, extras, idiomas, e legendas, através de uma multiplexação.
[editar] Capacidade do DVD
Uma camada (Single Layer)
Duas camadas (Dual/Double Layer)
Tamanho físico
GB
GiB
GB
GiB
12 cm, um lado
4,7
4,38
8,5
7,92
12 cm, dois lados
9,4
8,75
17
15,8
8 cm, um lado
1,4
1,3
2,6
2,42
8 cm, dois lados
2,8
2,61
5,2
4,84
Nota: GB aqui significa gigabyte e é igual a 109 (ou 1.000.000.000 bytes). Muitos computadores irão mostrar gibibyte (GiB) igual a 230 (ou 1.073.741.824 bytes). Exemplo: um disco com capacidade de 8,5 GB irá fornecer (8.5 x 1.000.000.000) / 1.073.741.824 ≈ 7,92 GiB.
[editar] Códigos das regiões
Dado a data de lançamento de um filme variar de país para país, para evitar que o público compre um filme antes que ele seja exibido no cinema do seu país e como medida de proteção desse mercado, os editores de DVDs dividiram o mundo em seis zonas. Deste modo, por exemplo, um DVD editado na zona 1 não pode ser lido por um leitor de DVDs da zona 2. Existe, no entanto, uma grande variedade de leitores multi-zona que permitem ler o DVD, independentemente da região a que pertencer.
Número: Região
0/All: Sem codificação, lido em todas as regiões.
1: EUA, Canadá e territórios norte-americanos
2: Europa Ocidental, Groenlândia, África do Sul, Lesoto, Suazilândia, Japão, Egipto e Médio Oriente
3: Sudeste Asiático, Coréia do Sul, Macau e Hong Kong, Indonésia, Filipinas, Taiwan
4: Brasil, Austrália, Nova Zelândia, México, América Central, América do Sul
5: Rússia, países da ex-União Soviética, Europa de Leste, subcontinente indiano, Mongólia, a maior parte dos países africanos
6: República Popular da China
7: Reservado para uso futuro
8: Utlização internacional, como em aviões, cruzeiros, etc.
[editar] Tipos de DVD
DVDs graváveis permitem somente uma gravação, não sendo possível excluir nada depois, acrescentar dados é possível se o disco não for finalizado (Disk At Once), enquanto que os DVDs regraváveis permitem apagar e regravar dados.
[editar] DVDs Graváveis
DVD-R: somente permite uma gravação e pode ser lido pela maioria de leitores de DVDs;
DVD+R: somente permite uma gravação, pode ser lido pela maioria de leitores de DVDs e é lido mais rapidamente para backup;
DVD+R DL (dual-layer): semelhante ao DVD+R, mas que permite a gravação em dupla camada, aumentando a sua capacidade de armazenamento.
[editar] Diferença entre DVD+R e DVD-R
DVD+R e DVD-R possuem a mesma função e a mesma capacidade. Na prática, a diferença da mídia DVD-R para a DVD+R é o desempenho: discos DVD+R são lidos mais rapidamente do que discos DVD-R. Esta diferença só é sentida se você usar o disco DVD para gravar arquivos de dados, isto é, usar como uma mídia de backup. Já que para assistir filmes, o desempenho é o mesmo[2]. DVD+R só pode ser lido e gravado em gravadores DVD+R, e DVD-R só em gravadores DVD-R. Existem no mercado gravadores que conseguem gravar os dois tipos de mídia, chamados gravadores DVD±R ou dvd multi-recorder.
[editar] DVDs Regraváveis
DVD-RW: permite gravar e apagar cerca de mil vezes;
DVD+RW: é uma evolução do DVD-RW. Também permite gravar e apagar cerca de mil vezes, mas possui importantes aperfeiçoamentos, em especial uma compatibilidade muito maior com os DVD Players, a possibilidade de editar o conteúdo do DVD sem ter de apagar todo o conteúdo que já estava gravado e um sistema de controle de erros de gravação. Todos os formatos de DVD com o símbolo + (mais) são apoiados pela Dell, Hewlett-Packard, Mitsubishi/Verbatim, Philips, Ricoh, Sony, Thomson e Yamaha, através da DVD+RW Alliance[3].
DVD+RW DL: possui duas camadas de gravação, o que dobra a sua capacidade de armazenamento.
DVD-RAM: permite gravar e apagar mais de cem mil vezes. A gravação e a leitura são feitos em uma série de círculos concêntricos, um formato que se aproxima mais do que ocorre nos discos rígidos (em todos os demais tipos de DVD, e também de CD, a gravação é feita em uma única linha contínua, uma espiral que parte do centro e termina na borda externa). Daí decorre o nome "gravação aleatória" (nos demais DVDs, ela seria contínua). Permite editar o conteúdo do DVD sem ter de apagar todo o conteúdo que já estava gravado. Oferece a possibilidade de gravação e leitura simultâneas (time shift) sem o risco de apagar a gravação. Compatível com poucos leitores de DVD. Possui uma única camada de gravação. Capacidade: versão 1.0 - de 2,58 GB (um lado) a 5,16 GB (dois lados), e versão 2.0 - de 4,7 GB (um lado) e 9,4 GB (dois lados). Formato apoiado pela Hitachi, LG, Maxell, Matsushita (Panasonic), Samsung, Toshiba e JVC, através do RAM Promotion Group (RAMPRG)[4]. Em 2007, o custo do DVD-RAM é de aproximadamente quatro vezes o preço do DVD+RW, seu concorrente.
[editar] Diferença entre DVD+RW e DVD-RW
A diferença, além do que já foi dito, é que o DVD+RW suporta gravação aleatória (o que significa que é possível adicionar e remover arquivos sem a necessidade de apagar todo o disco para recomeçar), sendo mais parecido com um disco rígido removível, enquanto que o DVD-RW não (se for necessário mudar alguma coisa, será preciso limpar todo o disco e recomeçar). A desvantagem do DVD+RW é o seu custo maior.
[editar] Sucessores
[editar] Blu-ray e HD DVD
Foram lançados no mercado duas novas tecnologias para substituir o DVD, com maior capacidade de armazenamento. São os formatos Blu-ray e HD DVD. Estes formatos utilizam um disco diferente, que é gravado e reproduzido com um laser azul-violeta ao invés do tradicional vermelho. O laser azul possui um comprimento de onda menor, o que permite o traçado de uma espiral maior no disco, podendo render até 50 GB e 30 GB de capacidade no caso do Blu-ray e HD DVD, respectivamente. Os dois formatos têm suas vantagens e desvantagens: o Blu-ray tem maior capacidade de armazenamento, chegando a 25 GB com camada única ou 50 GB com dupla camada, mas seus discos, assim como os aparelhos para leitura, são mais caros para serem produzidos. O HD DVD por sua vez, é capaz de armazenar apenas 15 GB com camada única ou 30 GB com dupla camada, mas teria um custo menor de produção.
Apoiando o formato HD-DVD estavam Microsoft, Intel e Toshiba, entre outros. Do lado do Blu-ray estão Philips, Apple e Sony, entre outros. O espaço extra dessas novas tecnologias de DVD será utilizado para comportar filmes e jogos em alta definição, de acordo com esta geração de aparelhos televisores e videogames. Em 19 de Fevereiro de 2008, a Toshiba comunicou a decisão de não continuar com o desenvolvimento, fabricação e comercialização do HD DVD[5]. Sendo assim, o Blu-ray é o sucessor do DVD.
[editar] EVD e VMD
A República Popular da China lançará um padrão próprio de discos de alta resolução chamado EVD (Enhanced Versatile Disc ou Disco Versátil Reforçado, em português). Já o VMD foi criado por uma empresa inglesa, que criou um novo padrão apenas realizando otimizações no DVD onde se pode atingir 100 GB e utilizar o mesmo laser vermelho e que em custo sairia pelo mesmo preço dos DVDs convencionais.
[editar] Leitor de DVD
O leitor de DVD é um acessório doméstico capaz de reproduzir mídias no formato DVD. Alguns mais modernos reproduzem também outros formatos como CD (de música mp3 e fotos), VCD, SVCD, mini-CD, DVD-RAM e discos de dados, com por exemplo, filmes no formato *.avi (que foram compactados em DivX ou XviD). Existem ainda os "DVD-KARAOKÊ" (mesmas funções que o DVD Player normal), porém estes possuem entradas para microfones. Existem DVD Players com entradas USB para assim poder inserir algum MP3 ou MP4.
Um exemplo de leitor de DVD.
Unidade de leitura de CD (cima) e de DVD (baixo).
Também é possível visualizar DVD em computadores pessoais, usando uma unidade de leitura de DVD, e um software ou programa tocador de DVD, como por exemplo o Windows Media Player , WinDVD ou PowerDVD, para o sistema operacional Windows, e mplayer, vlc, xine ou totem para os sistemas GNU/Linux e derivados do BSD.
Referências
↑ DVD Clube do Hardware. Visitado em 27 de Fevereiro de 2008.
↑ Mídias DVD Clube do Hardware. Visitado em 29 de Fevereiro de 2008.
↑ DVD+RW Alliance DVD-RW. Visitado em 29 de Fevereiro de 2008.
↑ RAM Promotion Group RAMPRG. Visitado em 29 de Fevereiro de 2008.
↑ Sony vence Toshiba na "guerra dos formatos" de DVD G1. Visitado em 19 de Fevereiro de 2008.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Sítios
Por sítio (site) entendemos um título de hipermídia colocado em um servidor da WWW (World Wide Web) e visualizado remotamente, em uma máquina cliente, através de um programa navegador (browser) , como o Microsoft Internet Explorer ou o Netscape Communicator. Os sítios são compostos de páginas, escritas na linguagem HTML; em geral, existe uma página inicial (home page), através da qual os usuários entram normalmente no sítio. A navegação é feita seguindo-se de página para página através de hiperligações (hyperlinks); as hiperligações podem levar a páginas do mesmo sítio ou de outros sítios. Além de texto com formato e de hiperligações, as páginas de um sítio contêm material multimídia (imagens, sons, animações, modelos tridimensionais etc.).
Exemplos de sítios:
- http://www.google.com/;
- http://www.globo.com/;
- http://www.terra.com.br/.
Exemplos de sítios:
- http://www.google.com/;
- http://www.globo.com/;
- http://www.terra.com.br/.
Aplicativos
Os aplicativos com interface multimídia são aplicativos desenvolvidos em ambientes normais de programação de aplicativos gráficos, como Visual Basic ou Delphi. Além dos recursos gráficos estáticos, eles utilizam recursos de animação e som para enriquecer a comunicação com seus usuários.Os aplicativos multimídia processam o próprio material de multimídia, geralmente em tempo real. A multimídia deixa deser apenas um recurso de interface, para ser o objetivo central do próprio aplicativo.Aplicativos:
- Macromedia Dreamweaver;
- Delphi 6;
- Google Earth;
- Windows Media Player.
- Macromedia Dreamweaver;
- Delphi 6;
- Google Earth;
- Windows Media Player.
titulos
A palavra título é usada para indicar um grau de comportamento mais rígido; esses produtos se comportam mais como documentos do que como programas. A flexibilidade está embutida nos seus programas visualizadores ou navegadores (viewers ou browsers), que são os meios de consulta e pesquisa desses documentos digitais. Nos títulos lineares, a apresentação do material segue ordem predeterminada e seqüencial, de forma semelhante à dos reprodutores de vídeo e áudio. O usuário final tem alguns poucos controles, semelhantes aos dos equipamentos analógicos, tais como avanço, retrocesso, avanço rápido etc. Os títulos lineares concorrem com as apresentações em “audiovisuais”, para seqüências de imagens estáticas, e com os vídeos, para apresentações com animação.
Exemplo de Titulos:
- Microsoft PowerPoint;
- Nero Buring Rom;
- Winzip.
Exemplo de Titulos:
- Microsoft PowerPoint;
- Nero Buring Rom;
- Winzip.
o que é multimidia?
Na minha opinião são varias tecnologias, ou seja midias que são utilizadas em benecifio das pessoas.
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